BAIXO MIÑO
No Caminho de Santiago
Posição
Pontevedra
O Rosal | A Guarda | Tomiño | A Cañiza | Tui | As Neves | Salvaterra de Miño | Crecente | Arbo
OurensePadrenda
Coordenadas: 41º 58' 04.6" N - 8º 44' 45.3" W
Descrição
Vale minhoto
Os oitenta quilómetros finais do Minho estão amparados pelas margens num espaço transfronteiriço dentro da Rede Natura. Compreende desde a última represa na barragem da Frieira (Crecente) até à entrega no Atlântico, juntamente com alguns afluentes como o Tea e o Tamuxe na vertente galega e o rio Coura na portuguesa.
A fronteira do Minho une ecossistemas, principalmente, os habitats do estuário com uma extensa zona de junqueiras e pradarias húmidas (denominadas na zona de “morraceiras”) e ilhas e bancos de areia (“ariños”). As melhores possibilidades para se aproximar a estas paragens estão nas praias da desembocadura como Camposancos, que conta, além disso, com um interessante sistema dunar, e os observatórios ornitológicos de reconhecido êxito como o de Salcidos (A Guarda), frente à ilha de Canosa. As elevações do terreno também são excelentes atalaias naturais como a subida ao castro de Santa Tegra ou ao Monte Aloia (Ver Parque Natural).
Tradicionalmente, o rio é navegável até Tui. Nas águas a montante o rio estreita-se entre rochas e “pesqueiras”, e muros de pedra construídos para a pesca da lampreia. Na actualidade, conservam-se cerca de quatrocentas entre Salvaterra de Miño e Crecente. Um excelente lugar para as observar é na localidade de Arbo.
No belo município de O Rosal é de obrigatória visita os trinta e seis moinhos em linha dos conjuntos etnográficos do Folón e o Picón.
Os oitenta quilómetros finais do Minho estão amparados pelas margens num espaço transfronteiriço dentro da Rede Natura. Compreende desde a última represa na barragem da Frieira (Crecente) até à entrega no Atlântico, juntamente com alguns afluentes como o Tea e o Tamuxe na vertente galega e o rio Coura na portuguesa.
A fronteira do Minho une ecossistemas, principalmente, os habitats do estuário com uma extensa zona de junqueiras e pradarias húmidas (denominadas na zona de “morraceiras”) e ilhas e bancos de areia (“ariños”). As melhores possibilidades para se aproximar a estas paragens estão nas praias da desembocadura como Camposancos, que conta, além disso, com um interessante sistema dunar, e os observatórios ornitológicos de reconhecido êxito como o de Salcidos (A Guarda), frente à ilha de Canosa. As elevações do terreno também são excelentes atalaias naturais como a subida ao castro de Santa Tegra ou ao Monte Aloia (Ver Parque Natural).
Tradicionalmente, o rio é navegável até Tui. Nas águas a montante o rio estreita-se entre rochas e “pesqueiras”, e muros de pedra construídos para a pesca da lampreia. Na actualidade, conservam-se cerca de quatrocentas entre Salvaterra de Miño e Crecente. Um excelente lugar para as observar é na localidade de Arbo.
No belo município de O Rosal é de obrigatória visita os trinta e seis moinhos em linha dos conjuntos etnográficos do Folón e o Picón.
Situação
Curso final do rio Minho limítrofe com Portugal que atravessa os municípios de A Guarda, O Rosal, Tomiño, Tui, Salvaterra de Miño, As Neves, Arbo, Crecente, A Cañiza e Padrenda. A ZEPA só na desembocadura, municípios de Tomiño, O Rosal e A Guarda.
Superfície
SIC: 2.871 ha.
Servizos
Alojamento: Sim.
Refeições: Sim.
Refeições: Sim.
Outras características
Observação de pássaros
Zona ZEPA
Acesso
Principais vias de comunicação até Tui. A estrada PO-552 discorre entre Tui e A Guarda.
Caminhos de Santiago
Caminho Português
Camiño Portugués da costa
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